S. Lourenço Justiniano
séc. XIII – bispo - “Lourenço” quer dizer “aquele que é adornado com louro”, “aquele que é vitorioso”.
De família ilustre, Lourenço Justiniano foi um bispo veneziano que viveu no século XIII.
Ordenado sacerdote, foi logo eleito superior da Ordem de S. Jorge. Aos 51 anos, em 1433, foi sagrado bispo de Veneza por Eugênio IV. Homem de vida simples e abnegada, respeitoso, cordial e seguro do significado de sua missão.
A ele recorria os aflitos, os atribulados, e todos encontravam nele amparo e remédio para suas aflições. Fundou dezenas de mosteiros e numerosas igrejas. Procurou restabelecer a disciplina eclesiástica.
Em 1455 foi nomeado patriarca de Veneza.
Aos 74 anos, escreveu o seu último livro Os graus da perfeição, quando veio a falecer.
TESTEMUNHAS DE NOSSOS TEMPOS
Madre Teresa de Calcutá (1910-1998) * Missionária da caridade, fundadora das Missionárias da Caridade (1946) e universalmente conhecida como a Mãe dos Pobres, propunha servir os pobres para servir a vida.
Uma de suas obras mais notáveis é a Shantinagar (Cidade da Paz), onde os leprosas recebem toda a assistência material, profissional e espiritual.
Recebeu numerosos prêmios internacionais pelo trabalho realizado junto aos indigentes, dentre os quais o Prêmio Nobel da Paz, em 1982.
Sabia por experiência que a vida adquire todo o seu valor mesmo no meio das dificuldades e contradições, quando encontra o amor.
“O fruto da oração é a fé, o fruto da fé é o amor, o fruto do amor é o serviço e o fruto do serviço é a paz”.
DO SOCORRO DE DEUS
Deus, nosso Pai, ungi nossos corações com o vosso amor.
Esse amor perene que se mantém sempre novo apesar de antigo: “Ah! Todos que tendes sede, vinde à água. Vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; comprai, sem dinheiro e sem pagar, vinho e leite” (Is 55,1ss).
Por isso, Senhor, quando a tibieza de nós se apossar, reanimai-nos e reerguei nosso ânimo.
Presunçosos e auto-suficientes, dai-nos o vosso santo temor e a reverência aos vossos desígnios de amor.
Fragilizados, debilitados em fazer o bem, em acreditar na esperança que brota do alto, inspirai-nos confiança e coragem de prosseguimento.
Desanimado, enchei-nos de fervor e desejo de tudo recomeçar.
Errantes de direção, dai-nos a verdadeira humildade e paciência para buscar o caminho reto.
Levados pelos ventos das vaidades, manifestai sobre nós a vossa verdade e fazei-nos retornar à nossa simplicidade primeira.
Agitados na busca de paz, dai-nos a vossa sabedoria para discernir aquilo que concorre para o nosso verdadeiro bem.
Leia os textos de J. Alves
Se você é um escritor, cadastre-se e participe dessa comunidade.
© Copyright - www.bornaldasletras.com.br - Todos os direitos reservados.