Dicas(3)Indique!Título: REQUIEM PARA ANDRÔMEDA E VIA-LÁCTEA
Autor: J. ALVES
Editora: no prelo
Enviado por: J. Alves -
j.alves@claretiano.edu.br -
10/01/2011Comentário:
Como quem já leu a história contida na obra Réquiem para Andrômeda e Via-Láctea, nova publicação de J. Alves, posso assegurar-lhes que quando levantem a capa do livro logo perceberão como estamos habituados a ordenar as coisas a partir de parâmetros estabelecidos, a partir do que é consagrado como verdade. Mas, desde a primeira página de esta antologia de contos este suposto perde validade. Assim escreve o autor: “ as páginas fluem como as águas de um rio estreito e sedento lambendo com avidez as barrancas e que buscasse, por entre os bancos de areia, beber o fundo das languesça de um mar extenso e generoso”. Este livro doa um espaço para que o leitor desamarre a sua espiritualidade e avance no campo da imaginação e da consciência reflexa. Se a espiritualidade não tem limites finitos, de que forma um livro pode ser infinito? [...]
Título: UM REQUIEM PARA ANDRÔMEDA E VIA-LÁCTEA
Autor: J. ALVES
Editora: EDIÇÃO DO AUTOR
Enviado por: J. Alves -
j.alves@claretiano.edu.br -
13/08/2010Comentário:
Um livro diferente!
Quantas dimensões de mundos existem? Apenas o tempo e o espaço?
E os buracos de minhocas? Os mundos paralelos? Uma "viagem" pelos "mundos paralelos" da fantasia ou uma realidade sonhada?
Romper os paradigmas cartesianos do tempo e do espaço, os personagens transitam em delírio num espaço mítico, em um lugar nenhum e em tempo nenhum, cheio de surpresas!...
Confira o link:
www.bornaldasletras.com.br/textos/
Título: O livro Negro
Autor: Orhan Pamuk
Editora: Cia das Letras
Enviado por: J. Alves -
j.alves@claretiano.edu.br -
29/06/2009Comentário:
Orhan Pamuk é natural de Istambul e o principal romancista turco da atualidade. Em 2006 ganhou o prêmio Nobel de Literatura. É considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo.
O Livro negro tem 526 páginas. Gostei muito do livro e pretendo lê-lo por uma segunda vez. A história se passa em apenas seis dias. Além do atualíssimo tema da fragmentação do eu, o escritor mostra a sua genialidade em construir uma caixa de histórias circulares, umas nascendo das outras e todas se convergindo para um único ponto. A leitura deste livro é como subir a uma montanha e contemplar lá de cima o maravilhoso e estupendo mundo da literatura, o que faz esquecer todo o cansaço. Nas palavras do próprio escritor:
"Mergulhamos na dor e o susto nos devolve à vida. Porque nada pode ser tão espantoso quanto a vida. Exceto a literatura. Sim, claro, exceto a literatura, que é o único consolo" (p. 523).